Rick Wakeman nasceu no dia 18 de maio, há 63 anos. Ainda é cedo para tornar-se o que é, há muito: uma lenda do rock progressivo, e um de seus mentores. Tenho bons amigos, apreciadores do gênero, que não curtem sua música, e que creem ser a parafernália eletrônica usada em seus shows pura perfumaria. Nada mais injusto. Sempre foi necessário um tremendo talento para organizar-se diante daquela louca mistura de sintetizadores Minimoog, harpsichord, órgãos elétricos, teclados mellotrons. Dar unidade a isso, fazê-los funcionar com lirismo, beleza e precisão é coisa para poucos. Só Rick Wakeman foi capaz disso.

Rick e seu melhor disco – apenas uma opinião! -, As Seis Esposas de Henrique VIII, de 1973, são os escolhidos para estrelar o canto direito deste blogue. Como se sabe, escolho alguns vídeos e os mantenho durante algum tempo lá embaixo, no canto direito do visor. É só checar. O primeiro vídeo, uma gravação de 2005, é Catherine Parr. O segundo, num show alemão de 1993, traz sua interpretação para a mais famosa esposa do rei: Anne Boleyn. A terceira gravação, feita em Buenos Aires em 2001, revela Catherine Howard, a mais amorosa de todas as companheiras de Henry VIII.
E se você for ouvir o disco original (a capa, abaixo), e de preferência em vinil – como veio, originalmente, ao mundo -, dê uma atenção especial à bateria de Alan White e ao baixo de Chris Squire.






















