Sou mais velho do que a primeira apresentação ao vivo dos Rolling Stones, que aconteceu há exatamente 47 anos, num 12 de julho, no Marquee Club londrino. Brian Jones e Mick Taylor ainda estavam lá, ao lado da dupla Jagger-Richards, antecipando um casamento duradouro, enquanto eu, com frescos dois meses de vida, mamava na minha mamãe. E por falar em Brian Jones, talvez o mais criativo músico do grupo, revi, anteontem, em tevê fechada, trechos de Stoned, o filme sobre sua carreira e sua morte. Mas não é sobre o filme que quero falar.
Assisti ao show dos Stones, em meados dos 90: algo espetacular, produção esmerada, altamente profissional. Querem grana e a trocam por diversão e música de qualidade. Jagger - que, desconfio, gostaria de ter o por vocal Joe Cocker - requebrava; Richards fazia umas caretas esquisitas e mantinha-se alerta ao show como um perdigueiro. Não se perdeu em nenhum minuto, contrariando o que os fãs imaginavam: doideira de quem alimenta a lenda do homem que já havia trocado todo o sangue do corpo. Fumou um maço de cigarros durante a performance. Mas a estrela, para mim, foi (sempre é) Charlie Watts, batera de jazz, colecionador de cavalos, um aristocrata com baquetas. Parecia parente (talvez sobrinho) da Rainha-mãe.

Pois é. Desviando a rota, ontem à noite passei os olhos no show de Roberto Carlos, na tevê Globo. Segundo a produção, 68 mil pessoas deram as caras no Maracanã. Não vi adolescentes; pouca gente aparentava juventude, quase todos os presentes tinham mais de 30 anos. Os Rolling Stones ainda conseguem levar a juventude aos shows. Roberto Carlos, não. Não é porque se recusa a rebolar, claro. O rock tem dessas coisas, e uma delas é sua capacidade de servir a não importa quantos senhores. Roberto Carlos precisa da Globo - de quem é contratado -, precisa de proteção. Está com os dias contados, principalmente porque a indústria do disco e dos shows tem como alvo o público adolescente. Se quiser descansar no futuro, vai ter de colocar dinheiro na poupança.

Mick Jagger nasceu em 1943. Em alguns dias terá 66 anos, mas agüenta o tranco. Não sei se ainda faz filhos por aí, mas tem a disposição adolescente num palco: locomove-se bem, pula, rebola, quase voa. Ainda tem apelo com a garotada, mas vai perdendo cada vez mais terreno para bandas menores como Coldplay. Roberto Carlos é de 1941: não agüenta estrepolias como essa (da foto acima). O tempo está passando; a aposentadoria não é uma opção. Imagino que ambos - mesmo que às escondidas - tenham As Time Goes By, o grande e inesquecível tema de Herman Hupfeld, como música predileta. Eu confesso que é uma das minhas preferidas.








on Jul 12th, 2009 at 3:36 pm
Na verdade quem estava ao lado do Brian Jones no início era o baixista Bill Wyman - Mick Taylor só entrou depois que Jones saiu.
E, curiosamente, eu também fiz um paralelo entre os Stones e o show de ontem do Rei, mas sob outro viés: o da direção. A edição da Globo foi ridícula, de iniciante, com cortes mal feitos e precipitados, como se, na ânsia de registrar todos os detalhes do evento, abrisse mão de qualquer técnica para garantir uma documentação à altura da comemoração. Você vê que os enquadramentos são desastrados, com o tampão da cabeça do Rei sendo cortado em diversos momentos e a banda ficando de fora nos momentos em que se sobressaía.
Aí lembrei de “Shine a Light”, do Scorsese. Preciso, dinâmico, com panoramas que respeitam a interação dos artistas com o público, ângulos firmes, cortes certeiros, uma autêntica aula de direção. É um filme obrigatório para quem se aventura em edição musical. Agora, quando alguém disser que Scorsese “só” filmou um show dos Stones, como muitos levianamente dizem, recomendarei uma visitinha ao DVD que a Globo lançará do Rei no Maracanã. Tudo se esclarecerá.
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grijo Reply:
July 12th, 2009 at 5:58 pm
Na verdade, Samuel, nem Bill Wyman estava lá.
Eis o time:
Brian Jones (guitar)
Mick Jagger (vocals)
Keith Richards (guitar)
Ian Stewart (piano)
Dick Taylor (bass)
Tony Chapman (drums)
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on Jul 12th, 2009 at 4:53 pm
Sou ferrenha e ardorosa fã incondicional dos Stones e guardadora de um-não-tão- escondido-assim tesão por Mick Jagger, para mim o grande astro, no sentido mais de pop-star e man show, dos Stones.Também estive passando os olhos no show de Roberto. Comparações à parte, até porque não dá para tanto, confesso que me tocou a presença do Erasmo, sua emoção aparentemente sincera ali, naquele palco apoteótico, com o tempo que passou estampado escancaradamente no corpo decadente. Foi como se suas lágrimas dissessem “meu amigo, meu show vai acabar em breve”.
Viagem minha? Talvez. Mas fiquei triste com ele, com aquele velho roqueiro à beira do caminho, com seu casaco de couro, sua voz falhando…
Deve ser identificação…
As tears go by.
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grijo Reply:
July 12th, 2009 at 6:05 pm
Não cheguei a ver performance de Erasmo, mas sempre o considerei o mais honesto deles, com toda aquela despreocupação estética e os ralos cabelos esvoaçantes sobre a calvície. E talvez até por isso, sua “viagem faça sentido, Sonia. A honestidade dele proporciona interpretações melancólicas.
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on Jul 12th, 2009 at 6:13 pm
A informação que tenho é que o Brian Jones era apenas um instrumentista mediano, que não tinha fôlego para composições que seguiriam ao período psicodélico da banda ( o melhor). Lennon mesmo declarou tal limitação do Jones em uma entrevista. Mas havia um culto ao Jones, alimentado após sua morte, é só ler um belo poema que Jim Morrison lhe dedicou. Mas não seria ele apenas uma iconografia desviada do verdadeiro talento do Lsd: Syd Barret?
Não é curioso que o show do Roberto de ontem tenha mexido com muita gente? Independente da técnica deficiente, e da necessidade mercadológica (tão bem exorcisada como óbvia em seu post), assistindo ao Roberto me veio uma constatação emocionada de sua importância na história da música brasileira. Até suas músicas românticas estão encravadas no gene nacional. E me impûs, enquanto assistia, a perceber se há grandeza nestas canções, ou se elas se disfarçam assim pela relação com momentos da infância em que minha mãe me fazia ouvi-las. E cheguei a uma conclusão de meio-termo: se os Beatles são grandes, Roberto também o é. O valor destes dois nomes se ampara na facilidade de suas composições, na simplicidade descarada. Uma música, como dizia Hemingway em relação a uma boa prosa, honesta. A mídia em sua renitência acaba por criar um efeito colateral de, por reação, irmos contra a personagem que ela prodigaliza de maneira tão insistente. já estou para mandar o Jackson para o inferno, de tanto tributo band-aid para aplacar a falta da assunto.
Que bom um grande conhecedor de música como vc gostar do Watts. abraços.
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grijo Reply:
July 13th, 2009 at 12:22 am
Opa, Charlles, Lennon disse isso? Acho o Brian criativo e um ótimo instrumentista. Sem contar que era, da banda, o que conhecia música de fato. Quando ouvi “Aftermath” e “12 X 5″ fiquei certo de que ele era, além do Watts e mais do que as estrelas Jagger e Richards, a essência do grupo, mas isso é visão pessoal, claro.
Sim, RC está entranhado, faz parte de nós, talvez menos pela qualidade musical. Para o mercado isso pouco importa. Gostaria muito e saber a opinião dele sobre isso.
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charlles campos Reply:
July 13th, 2009 at 9:24 am
Confirme o dito do John numa entrevista antológica, publicada na antiga série “Por ele mesmo”. Na mesma entrevista ele elogia os Stones, dizendo gostar muito de “Honky tonk woman”, para depois dizer que Jagger era um palhaço. Também ali, ao perguntado o motivo da epifania na introdução de “Mother”, Lennon diz não saber o significado de epifania.
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on Jul 12th, 2009 at 7:39 pm
Grijó, meu nobre, coincidentemente postei hoje sobre Roberto, fiz minha homenagem. Mas, sobre esse show de ontem, que coisa triste e melancólica. Um espetáculo com uma produção grandiosa, mas só transmitiu tristeza. Roberto cantando as (boas) músicas antigas parece outra pessoa.
Você falou dos Stones. Rapaz, aquele show do Rio de janeiro, com mais de 5 km de platéia, pra mim, foi tão triste quanto o espetáculo do Roberto ontem. Lembro-me que dias depois vi o U2 num espetáculo grandioso também, esse sim, um show de rock.
Abraço!
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grijo Reply:
July 13th, 2009 at 12:13 am
Vi apenas trechos, Ed. Triste saber que a melancolia deu o tom.
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on Jul 12th, 2009 at 7:59 pm
Coldplay é uma banda menor? Chris Martin é uma das melhores coisas surgidas no rock, Grijó. O problema é o preconceito, e vc é um preconceituoso.
Até +
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grijo Reply:
July 13th, 2009 at 12:09 am
Everaldo, meu caro. Pessoas preconceituosas, como a expessão indica, conceituam antes de verificar, checar, analisar. Não fiz isso em relação ao Coldplay, embora haja bandas que nem mereçam ser ouvidas. Ao usar o termo “menor” - que é comparativo -, expressei-o relativamente, e não em termos absolutos. Em bom vocabulário: se comparada aos Stones, Coldplay é menor. Claro que se pode comparar com Fresno e Raimundos. Aí ganha.
Quanto a Chris Martin, pode-se levar a sério um indivíduo que assume que sua maior influência é o A-Ha?
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on Jul 12th, 2009 at 8:50 pm
Grijó!
Eu vi os Stones em 1989 e posso dizer que tenho a impressão de que eles rejuveneceram de lá prá cá. O rock também tem dessas coisas, dessas magias…
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grijo Reply:
July 13th, 2009 at 12:11 am
É verdade, Carolina. O Jagger realmente paece rejuvenescido. Dieta e exercícios, ele diz. E evita excessos.
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on Jul 13th, 2009 at 12:13 am
Não gosto do “Rei”, mas resolvi assistir a este showzão pela TV, neste sábado chuvoso e friorento. Tive a sensação de que foi uma finalização da sua carreira. Monótono e com as suas piores músicas. Bem feito para mim que podia ter ido patinar no gelo da pista do Morumbi. aH!… Eu sabia que ele ia cantar aquelas horrorosas músicas de moteis, além de despejar flores cheias de amor para dar. Piegas é pouco. E eu mereci por assistir.
bjos, Joe!
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on Jul 13th, 2009 at 12:14 am
Sempre achei o Roberto um chato. As músicas dele são ótimas, lindas, com vida. Mas pela voz de outros, pela energia de outros, entende? Acho ele um chatão quadrado, sem vivacidade, e não deve mais ser amigo do Erasmo há tempos…
Enfim.
O Jagger me tira da cadeira com músicas velhas e novas, e ele novinho era tão fofo. =)
beijo, grijózito!
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grijo Reply:
July 13th, 2009 at 2:15 am
Há quem diga o mesmo sobre os Beatles, Pêeme. Em vozes alheias, soam ótimos.
“Grijózito”?
Bjo, querida.
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on Jul 13th, 2009 at 2:13 am
Acho Roberto chato em tudo. Estragou Caetano e traz toda a pieguice em 50 anos de história musical. Podia ter ficado na Jovem guarda, que era mais honesto. Já o Coldplay é o som da nova geração pensante, Grijous. Não seja tão radical.
Bjoks
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grijo Reply:
July 13th, 2009 at 7:34 am
É o som pensante da nova geração ou o som da nova geração pensante? Há quem diga que, em se tratando do coldplay e da nova geração, a contradição se instaura do mesmo jeito, Flavia.
Não sei.
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on Jul 13th, 2009 at 3:04 am
Vejo muito mais honestidade no RC de hoje do que no Jagger.
Não gosto do que o RC se transfomou, mas um senhor de 65 anos que rebola por grana e principalmente pra alimentar sua popularidade, pra mim, não é exemplo de nada.
Os Stones hoje são tão atrelados ao establishment quanto RC, com o agravante de fazerem teatrinho.
As coisas são bem mais ligadas do que se parece a primeira vista.
Livro a cara do Keith Richards, esse tem a alma roqueira.
Ah, cara, por que o Brian Jones era o mais talentoso?
Por que morreu?
Pô, bicho(em homenagem ao Rei),a fase áurea, que até os surdos sabem, dos Stones é justamente pós morte do cara. Do Beggars Banquet ao Exile…
No tempo do Brain os Stones eram, basicamente, uma banda de covers, como disse certa vez Bob Dylan.
Não perceber isso é o mesmo que não perceber a genialidade dos discos do Rei nessa mesma época que os Stones fizeram suas obras primas.
Lamento sua falta de perspicácia.
PS: O coldplay é um U2, que já é ruim, piorado.
Um abraço
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grijo Reply:
July 13th, 2009 at 7:32 am
Não lamente, JH; apenas releia o que escrevi. Em nenhum momento afirmei que os Stones não foram melhores sem o Brian Jones. O que eu disse - incluindo minha réplica ao Charlles - é que ele era o mais criativo do grupo. Ou seja, enquanto ele fazia parte do time, ele era o melhor. Até os cegos conseguem ler isso.
“Exile on Main St” deve ser o melhor álbum da banda, embora seja difícil esse tipo de comparação sem levar em conta algumas variáveis - e a principal: a subjetividade de quem julga. Com o tempo, os Stones se tornaram uma banda mais sólida, naturalmente. A tecnologia ajudou também.
Quanto à “genialidade” dos discos do “Rei”, como vc disse, acredito que seja mais fácil para mim justificar que o Jagger é um vocalista sofrível(como Bono certa vez afirmou). Discos geniais? O espaço está aberto.
Abraço, camarada.
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on Jul 13th, 2009 at 8:16 am
Não acho Roberto Carlos um gênio, mas acho suas músicas agradáveis. Lógico que com as habituais exceções - como aquelas coisas de Amazônia, Taxista, Godinhas e etc.
O bom Roberto Carlos, tal quanto tantos outros (Chico Buarque é um deles), ficou parado no tempo da música.
Só discordo quando diz que, se quiser descansar no futuro, vai ter que colocar dinheiro na poupança…ele poderia ter parado há 40 anos atrás e trabalhado só dez que, ainda assim, iria se aposentar muito bem aposentado. Ele e umas duas gerações para baixo, pelo menos.
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grijo Reply:
July 13th, 2009 at 8:41 am
Foi apenas uma ironia, Tálib. O cara ganhou dinheiro, claro - e muito.
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Tálib Reply:
July 15th, 2009 at 7:32 pm
Ah, sim!!! Desculpe minha falta de percepção, Grijó!!! ahahahahaha
Abraços
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on Jul 13th, 2009 at 12:07 pm
Bem, eis aí uma boa briga. Os anais sobre os RS comprovam que Brian Jones era o membro mais criativo do grupo na sua primeira fase. A banda tinha uma grande dependência dele, assim como dependeu, nos anos seguintes, após a saída de Jones, de Keith Richards. Basta consultar alguns relatos biográficos para se entender melhor. Um exemplo é o livro do jornalista-editor Bob Greenfield, da Rolling Stone. Os próprios integrantes do grupo, que lamentaram a morte de Jones, mas se sentiram aliviados também, afirmaram que sem o grande guitarman as coisas ficariam mais difíceis. É só observar no livro S.T.P. - A Journey Through America With the Rolling Stones.
B. Jones era o cara! Sua morte em circunstâncias tão misteriosas quanto tenebrosas renderam o excelente filme citado. Unabrazo.
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on Jul 13th, 2009 at 3:11 pm
Tudo bem, Grijo, eu coloco meus óculos se vc colocar seu aparelhinho de surdez. Fechado? :>)
Roberto Carlos clássicos:
- Em Ritmo de Aventura
- O inimitável
- RC 69
- RC 70
- RC 71
Quem ouvir e não gostar desses discos, bom sujeito não é.
PS: Brian Jones era bom de cover, disso eu não duvido.
Abraço, brother.
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grijo Reply:
July 13th, 2009 at 4:12 pm
Falou, camarada. Mas pelo menos preciso concordar que o disco 71, que traz “Como 2 e 2″ e “Debaixo dos Caracóis..”, é excelente.
Abraço.
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on Jul 14th, 2009 at 10:45 am
Brian Jones o mais talentoso? Não sei não. Os melhores discos dos Stones são pós-Jones (Let it Bleed e Exile of MainSt).
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grijo Reply:
July 14th, 2009 at 7:57 pm
Repetindo, Caio: enquanto ele esteve nos Stones, era. O que não significa, em absoluto, que os discos pós-Jones não tenham sido melhores.
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on Jul 20th, 2009 at 4:08 am
pois pra mim Mick Jagger só vale rebolando porque se é pra cantar eu chamo Freddy Mercury.
alguém conhece um link seguro pra baixar todos os discos dos Rollin’ Stones?
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grijo Reply:
July 20th, 2009 at 9:16 am
Link seguro na web, Thereza? Difícil.
Mas tente o e-mule ou o torrent. Dizem ser bons.
Eu raramente baixo discos.
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