Submarino.com.br
Ipsis Litteris Rotating Header Image

A cara do Jazz #11

Don Cherry, Fruit Tree, 1971

 

9 Comentários on “A cara do Jazz #11”

  1. #1 Sérgio Peixe
    on Feb 28th, 2012 at 3:47 pm

    Grande Grijó!
    Há quanto tempo! tenho acompanhado suas crônicas nA Gazeta, show, muito boas. Parabéns pela clareza nas afirmações, mesmo que muitos não concordem, hehehe. Mas é assim mesmo. Continue nessa luta para abrir a cabeça dessa meninada, porque o bicho está pegando. Meu sobrinho é teu aluno no UP…

    E essa capa aí, hein! que maravilha. Don Cherry fez um disco com o Coltra, manja? Aquele abraço!

    Reply

  2. #2 Carolina Vanessa
    on Feb 28th, 2012 at 4:57 pm

    Conheci este blog faz pouco tempo. Diversificado. Maneiro. E com muita bossa & jazz.

    Reply

  3. #3 A.B.
    on Feb 28th, 2012 at 10:55 pm

    Show de bola a capa.

    Reply

  4. #4 érico cordeiro
    on Feb 29th, 2012 at 12:22 am

    Passei aqui para lhe dar um abraço, ainda que virtual! Dividir a rede com inteligências como a sua é uma honra! Bom privar da sua amizade e um abraço aos memnros do Clube das Terças! No barzinho, Elvin Jones espera para ser degustado!

    Reply

    Grijó Reply:

    A honra é minha, meu caro amigo.
    Mr, Jones será degustado, claro.

    Abraço.

    Reply

  5. #5 Carol Loppes
    on Feb 29th, 2012 at 5:19 pm

    Não gosto de jazz, mas as capas são o máximo. Adoro as da blue note.

    Reply

    Grijó Reply:

    Creio que vc gostará disto, então, Carol:

    http://ipsislitteris.opsblog.org/2007/09/12/arte-da-blue-note/

    Reply

  6. #6 Luiz
    on Feb 29th, 2012 at 5:39 pm

    Grijó,
    Não conheço o trabalho do Don Cherry como band leader.
    O tal disco é tão bom quanto a arte dele?

    Reply

    Grijó Reply:

    O som dele, Luiz, não é tão melodioso. Aliás, por conta até de pertencer àquela corrente “avant-garde”, ele privilegia a harmonia.Esse disco, cujo título é “Orient”, não me agrada tanto, embora o baixista sul-africano (excelente) Johnny Dyani esteja nele. é nesse disco que ele embute a ideia (ainda nào totalmente desenvolvida) de world music. Mas vale ouvir.

    Um disco bacana dele é o “Avant Garde”, com o Coltrane. Outro é “Where is Brooklyn?”, com o sempre expressivo Ed Blackwell.
    Mas é gosto pessoal.
    Abraço.

    Reply

Deixe um comentário