
Don Cherry, Fruit Tree, 1971
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Don Cherry, Fruit Tree, 1971
Posted in: a cara do jazz, discos, jazz, música, música popular.
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Um tema de Ravi Varma adaptado por Rafael Reinehr
on Feb 28th, 2012 at 3:47 pm
Grande Grijó!
Há quanto tempo! tenho acompanhado suas crônicas nA Gazeta, show, muito boas. Parabéns pela clareza nas afirmações, mesmo que muitos não concordem, hehehe. Mas é assim mesmo. Continue nessa luta para abrir a cabeça dessa meninada, porque o bicho está pegando. Meu sobrinho é teu aluno no UP…
E essa capa aí, hein! que maravilha. Don Cherry fez um disco com o Coltra, manja? Aquele abraço!
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on Feb 28th, 2012 at 4:57 pm
Conheci este blog faz pouco tempo. Diversificado. Maneiro. E com muita bossa & jazz.
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on Feb 28th, 2012 at 10:55 pm
Show de bola a capa.
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on Feb 29th, 2012 at 12:22 am
Passei aqui para lhe dar um abraço, ainda que virtual! Dividir a rede com inteligências como a sua é uma honra! Bom privar da sua amizade e um abraço aos memnros do Clube das Terças! No barzinho, Elvin Jones espera para ser degustado!
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Grijó Reply:
February 29th, 2012 at 2:48 pm
A honra é minha, meu caro amigo.
Mr, Jones será degustado, claro.
Abraço.
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on Feb 29th, 2012 at 5:19 pm
Não gosto de jazz, mas as capas são o máximo. Adoro as da blue note.
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Grijó Reply:
February 29th, 2012 at 8:17 pm
Creio que vc gostará disto, então, Carol:
http://ipsislitteris.opsblog.org/2007/09/12/arte-da-blue-note/
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on Feb 29th, 2012 at 5:39 pm
Grijó,
Não conheço o trabalho do Don Cherry como band leader.
O tal disco é tão bom quanto a arte dele?
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Grijó Reply:
February 29th, 2012 at 8:25 pm
O som dele, Luiz, não é tão melodioso. Aliás, por conta até de pertencer àquela corrente “avant-garde”, ele privilegia a harmonia.Esse disco, cujo título é “Orient”, não me agrada tanto, embora o baixista sul-africano (excelente) Johnny Dyani esteja nele. é nesse disco que ele embute a ideia (ainda nào totalmente desenvolvida) de world music. Mas vale ouvir.
Um disco bacana dele é o “Avant Garde”, com o Coltrane. Outro é “Where is Brooklyn?”, com o sempre expressivo Ed Blackwell.
Mas é gosto pessoal.
Abraço.
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