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Anais da Contracultura #1

Allen Ginsberg, Harold Norse, Jack Hirschman, Michael McClure e Bob Kaufman, em San Francisco (1975)

* Em meu novo livro, ainda em fase de pesquisa e entrevistas, levanto a bola da contracultura – ou algo que se assemelhe a isso – no ES, mais particularmente no movimento musical e literário de vitória, em fins dos anos 60. Tenho lido bastante sobre o assunto Contracultura – e isso tem me interessado ainda mais quando percebo que há muito mais a saber, muito mais a descobrir. Escrevi sobre o assunto há alguns anos, aqui mesmo, no IPSIS LITTERIS, e abordei, mesmo que en passant, a ideia de que a movimentos contraculturais atravessaram a história das ideias, principalmente no que tange ao Ocidente. As postagens (esta e as futuras) dessa série – e seus personagens emblemáticos, decisivos, polêmicos e necessários – vão povoar este blogue.

17 Comentários on “Anais da Contracultura #1”

  1. #1 Débora
    on Oct 31st, 2012 at 10:06 am

    Ótimo! Vou adorar ler cada um dos posts.
    Assunto interessantíssimo.

    Reply

    Grijó Reply:

    Na verdade, Débora, serão imagens, predominantemente.

    Reply

  2. #2 A.B.
    on Oct 31st, 2012 at 12:30 pm

    Opa… avise quando chegar às livrarias.

    To pra ler há muito tempo – mas dessa vez nao passa, pois é o próximo da minha lista – “Histórias Curtas para Mariana M”. A expectativa é grande, espero não me decepcionar (o que acho dificil) haha.

    Grande abraço, Francisco.

    Reply

    Grijó Reply:

    Leia, sim. Depois me diga o que achou.
    Abraço, camarada.

    Reply

  3. #3 Hart Horne
    on Oct 31st, 2012 at 5:57 pm

    A “série” promete porque o tema é vasto. Muita gente acha que a CONTRACULTURA se limitou aos americanos e aos anos 60, mas a ideia contracultural, o conceito, atravessa a História. Os iluministas europeus foram tão contraculturais quanto os beatnicks, não acha?

    E esse grupo aí hein? Só faltou o Timothy Leary, haha

    Reply

    Grijó Reply:

    Sem dúvidas, camarada. A contracultura é um conceito histórico.
    Falei sobre isso aqui:

    http://ipsislitteris.opsblog.org/2007/09/20/contracultura-e-o-tempo/

    Acho que o Leary era muito “certinho” para essa trupe.

    Reply

  4. #4 charlles campos
    on Oct 31st, 2012 at 9:16 pm

    Há uma notável falta aqui em seu blog de um dos melhores escritores da contra-cultura, Grijó. Na verdade, eu o considero o melhor: Thomas Pynchon.

    Reply

    Grijó Reply:

    Não chego a discordar de vc, Charlles. Digo, sem qualquer falsa modéstia, que não escrevi sobre Pynchon (ainda) porque não me sinto preparado – por mais que um blogue permita umas irresponsabilidades.
    É um dos meus ídolos, desde que li “V” e os contos dele.
    Um outro ídolo meu – Lezama Lima – também é ignorado nestas páginas.

    Mas preciso vencer esse bloqueio.
    O negócio é tomar uns uísques primeiro.

    Reply

  5. #5 Vampiro Lestat
    on Nov 1st, 2012 at 2:25 am

    Salve Grijó!!

    Estou de volta, depois do recesso obrigatório. Saudades destas polêmicas “salutares” deste seu blog.
    Assim como Charles sinto falta de algumas “figuras” aqui, Clarice Lispector, por exemplo. Mas aí fica de acordo com o gosto do chefão. Forte abraço.

    Reply

    Grijó Reply:

    Respeito Clarice, Vampiro.
    Já até falei sobre ela, num livro de entrevistas.

    http://ipsislitteris.opsblog.org/2007/11/20/clarice-lispector-entrevista/

    Seja bem-vindo de volta.
    Abraço.

    Reply

  6. #6 Esther
    on Nov 1st, 2012 at 11:53 am

    Vc vai falar sobre o famigerado Guarapastock?

    Reply

    Grijó Reply:

    Claro, Esther. O assunto abre e fecha o livro.

    Reply

    Remo Reply:

    Se fosse possível, você teria ido ao festival?

    Reply

    Grijó Reply:

    Lamento, em muitas situações, Remo, não ter nascido dez anos antes. Uma delas é essa. Eu teria, à época do festival, 19 anos. Estaria lá até hoje.

  7. #7 Zé Henrique
    on Nov 4th, 2012 at 5:26 pm

    Salve, salve, Grijó.
    Rapaz, esse livro – Contracultura Através dos Tempos – é mesmo uma maravilha! Vc recebe milhares de informações e dá dezenas de risadas.
    Muito bom seu próximo livro enveredar por esse tema – centrando fogo na sua cidade.

    P.S: Uma dica que com certeza apreciará:
    http://www.youtube.com/watch?v=2Sr5cNf5uVo&feature=fvsr

    Abraço!

    Reply

    Grijó Reply:

    Zé, meu caro, seja bem-vindo de volta!
    Mas Jorge Ben não dá, camarada. Nem de forma irônica.

    Abraço.

    Reply

  8. #8 Zé Henrique
    on Nov 7th, 2012 at 12:37 am

    Pô, amigo Grijó, a rapaziada da Nação Zumbi mandando ver em um Jorge Ben chapadão e vc não gosta?!
    Cadê seu lado psicodélico?
    Esse disco é ótimo! :-)

    Abraço

    Reply

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